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De frente com as três: Thaís Siqueira

Olá galera! Todos nós temos um ídolo, alguém que gostamos muito ou apenas admiramos, né? Alguns falam que ser fã é ultrapassar os limites, que é exagero, então, hoje viemos contar um pouco da história de uma garota que é muito fã, a Tata Siqueira. Sabemos que o dia do fã já passou, mas quisemos mostrar um pouco do carinho e dedicação que ela transmite para seu ídolo diante de muitos que chamam esse sentimento de loucura. Ela nos contou sobre seu amor de fã e de quanto o Wesley Safadão, seu ídolo, é importante pra ela.



Como e quando você passou a admirá-lo? Não sei o dia, nem o mês exatamente. Lembro que no final de 2008 eu ouvi a musica 'fora do eixo' e viciei, mas nem conhecia muito a banda. A partir da musica que comecei a escutar outras musicas da garota safada, e cada dia mais gostava mais da banda, e pensava 'o que eu sinto quando escuto a voz desse cara é diferente'. 

Qual a maior loucura que você já fez ou faria por ele? Não sei dizer a maior loucura que já fiz por ele, mas todos dizem que é loucura quando viajo do nada, por exemplo: Fui para o garota vip em Maceió sozinha, fui para o carnaval de Salvador sozinha também! Já viajei para Fortaleza só para vê-lo e para passar o aniversário da minha amiga com ele, sendo que o show ficava a mais de 5 horas de Fortaleza e minha mãe nem sonhava disso tudo! (Que ela nunca leia isso hahahah). Tem outras loucuras só que fui acompanhada, como o DVD que fui para Brasilia. Tirem suas conclusões, não sei qual foi a maior... Acho que ainda está por vir. 

E esse esforço vale a pena? Muito!! Vocês não fazem ideia do quanto isso me faz feliz, do quanto me anima até para viver. O garota vip em Maceió mesmo, eu decidi ir no dia, e foi uma correria. Chegando lá ele me recebeu surpreso no camarim, e ainda quando eu estava assistindo o espetáculo dele, ele falou "te amo tata". Nem preciso dizer que chorei, né? 

Já perdeu alguma amizade por conta do seu amor de fã? Não. Tem coisas na vida que a gente não perde, a gente se livra. Creio eu que nenhuma amizade acabe por conta de um amor tão lindo. Antigamente minhas amigas normais (que não são fãs) ficavam meio que com raiva por eu não passar o show com elas e sim na grade, mas hoje em dia elas super entendem. Show de wesley, na grade, e de outras bandas, com elas.

Sua família te apoia? Pode pular essa? Hahahahah! Brincando. Minha família super apoia até certo ponto. Eles gostam do Wesley, brincam comigo, ficam felizes com minha felicidade. O que eles não concordam, são com os gastos, pois ultimamente tenho gastado muito com viagens, etc.

Faria ou já fez alguma tatuagem com o nome dele ou algo relacionado? Com nome, não. Mas penso sim em eternizar esse amor em mim, e tenho coragem. Só estou esperando o momento certo, e vai ser bem diferente da que fazem para ele. Segredo. 

Você participa de um fã clube. Quem criou? Você? Se sim, de onde veio a ideia e se não, como você entrou? Na verdade não era um fã-clube e sim um twitter que uma amiga minha de Recife tinha. Ela criou um grupo no whatsapp com o nome do ig, e acabou que tomou proporções maiores e oficializamos como fã-clube. Para mim, foi inesperado. Cheguei até a ser vice-presidente, mas por motivos bestas, optei por sair e entrei em outro fã-clube. Mas o amor pelas wesletess foi maior, e como diz o ditado "bom filho a casa torna". 

Agora conta pra gente o que é ser fã e o que você tem a dizer para as pessoas que não aceitam e que te julgam. 

Ser fã é a melhor coisa que já aconteceu em toda minha vida, é um dos sentimentos mais lindos do mundo. É amar sem cobrar amor de volta, é respeitar, ficar feliz com o sucesso do outro, ter fé, é sonhar e realizar. Aos que julgam, eu tenho pena. Não tenho raiva, não tenho rancor, só dó mesmo. Pois os mesmos que criticam, são os mesmos que queriam estar no meu lugar, ou senão me pedem para ir para camarim ou gravar video do Wesley. Ah, e a pior parte: a distância. Tem horas que eu me perco sem ele aqui, aí eu lembro: tá tão longe. E meu coração grita: mas tá aqui dentro. ♥

Acompanhem a Tata no instagram para ver mais fotos e vídeos: @tata_siqueira
Gostaram da entrevista? Vocês são fãs de alguém? Nos contem nos comentários! 

Beijos

Filme e livro: O menino do pijama listrado

Olá gente, nesse feriado que passou, eu fiquei meio de bobeira, então, decidi rever alguns filmes que eu gosto muito e compartilhar um deles com vocês pois esse todo o mundo deve assistir e tenho certeza que muitas de vocês já viram e concordam comigo. Vou deixar aqui uma resenha que fiz, mas, PS: contém spoiler, ta?

A história ocorre na época da 2ª Guerra Mundial e conta a história de Bruno, um menino que vivia muito feliz em Berlim com sua família, ele adorava morar lá. Certo dia, recebeu a noticia que iria se mudar para outra cidade, devido a profissão do pai, que era tenente. Porém, quando chegou em seu novo lar, ficou espantado com a aparência do lugar e por ficar em um local tão isolado e próximo a um campo de concentração, mas o que ele mais odiava era não ter com quem conversar, o que o deixava irritado. Com o tempo, começou a observar pela janela que havia uma fazenda atrás de uma cerca alta e protegida. Um dia, Bruno resolveu explorar o outro lado da cerca, ali, encontrou Shumel, um menino que se tornara seu melhor amigo, ele era prisioneiro do campo com sua família. Sua amizade com Shumel tornou-se forte e todos os dias eles se encontravam ali na cerca, Bruno sempre trazia uma comida para seu amigo, apesar da cerca que os separavam, eles ficavam ali conversando por horas. Bruno tinha curiosidade para saber o que tinha do outro lado da cerca, pois a única coisa que Shumel dizia é que ali era triste, que não podiam sair de lá. Um outro dia, Bruno tem a surpresa de ver Shumel em sua casa e escondido, lhe deu comida, porém o tenente Kotler (que também residia na casa) aparece e acaba acusando Shumel de ter roubado aquilo e Bruno acaba traindo a confiança do amigo por não ter dito ao tenente que era seu amigo e que ele que havia dado a comida para ele, o que acabou fazendo com que o tenente punisse o garoto de maneira bruta. Bruno e Gretel (sua irmã) pegaram piolhos e foram obrigados a raspar a cabeça e Bruno aproveitou para ir mostrar para o amigo Schumel e pedir desculpas pois sentia muito sua falta, e assim voltaram a ser melhores amigos. Dias após, Bruno recebeu a notícia que voltaria a morar em Berlim e foi correndo dar a noticia ao seu grande amigo, que disse estar muito triste pois, seu pai, havia desaparecido, então, Bruno decidiu que ajudaria o amigo a procurar. E no último dia antes de mudar, Bruno vai com Schumel procurar seu pai e, além de não encontrar seu pai, ele desencontrou-se do amigo e acabou morrendo naquele grande barracão (câmara de gás), uma vez que as pessoas entravam lá, nunca mais saiam. Seus pais ficaram desesperados procurando ele por muito tempo e depois descoberto seu paradeiro, a história daquele tenente que "mandava" as pessoas para aquele terrível lugar nunca mais foi a mesma. É assim que esse livro consegue me arrancar várias lágrimas, não só o livro, como o filme. Então essa é a dica que eu deixo pra semana, além de ser uma história linda e emocionante, te ajuda a entender alguns pontos da segunda guerra mundial. Beijos e uma boa leitura ou bom filme.




Conta aqui nos comentários o que acharam!
Carla Letícia

Seguir em frente

... As vezes não entendemos o quanto uma pessoa é importante para nós, até que sua vida se torna bem resumida a "ele", em estar com "ele ". Quando eu me apaixonei, tudo aconteceu exatamente dessa forma, eu o amava tanto que estar ao lado dele me bastava, sua companhia era tão boa que o tempo passava e eu não percebia. Até que as coisas começaram a mudar... A vontade de estarmos juntos não vinha de ambas as partes, ela era só minha, eu sentia que algo estava acontecendo mas não suportava a ideia de não tê-lo em minha vida. No nosso namoro, as vezes ocorriam tensões, eu não posso negar que agora, parando para pensar, eu, além de possessiva, era a briguenta da relação, ficava louca com minhas crises de ciúmes e por muito tempo achei que a culpa da separação foi minha, não me sentia a vítima, me sentia a culpada por jogar ele para outra, que na minha mente, era uma p*, eu nem a conhecia, mas ela tinha conseguindo tirar ele de mim. E então, em um domingo qualquer "ele" deu um fim ao namoro, disse que não dava mais certo, que precisava de um tempo, queria mais da vida. Eu chorei, como nunca antes. Eu sofri, calada e gritando com o mundo e me sentindo a culpada por tê-lo perdido. Até que em um determinado momento, conversando com amigos próximos ao antigo relacionamento, soube que ele já estava com outra pessoa. Aí eu tive a certeza que ele me traía, não tinha condições de estar com outra pessoa em tão pouco tempo depois que tínhamos terminado. Não me sentiria tranquila até descobrir toda a verdade, tinha que tirar isso a prova, achei a dita cuja no Facebook e falei. E como já deveria ter imaginando, a criatura não tinhas papas na língua ou melhor, nos dedos e disse assim, na lata, que ele estava com ela enquanto namorava comigo. Simples assim! Poxa, quando eu achava que tinha superado, vem a descoberta da traição no final do meu namoro. Olha, eu chorei e sofri, parecia que essa era a maior dor do mundo e que não iria passar nunca. Mas passou, passou porque precisamos aprender alguns pontos em nossa vida, mesmo que o aprendizado nos traga algumas dores. Ninguém é tão importante a ponto de ser o centro de nossa vida, o centro de nossa vida deve ser nosso, não é mesmo?! As pessoas não são nossas e possesão não faz bem a ninguém. Ciúmes demais também é um tipo de possessão. Amor próprio é necessário. E perdoar também... Depois do perdão, eu, além de libertar os dois para que eles não fossem mais motivos de mágoa, me libertei.

De frente com as três: Gabriel Campos

Olá gente, hoje é dia de De frente com as três e nosso entrevistado é o Gabriel Campos, que irá nos falar um pouco sobre sua religião: o candomblé, que é uma religião africana trazida para o Brasil.



Como você conheceu a religião? Quando era criança, tinha um amigo meu que os avós eram do candomblé, visitei e falei que quando crescesse iria fazer parte, achei muito bonito.

O que mais te chamou atenção e porque decidiu fazer parte dela? O que me chamou mais atenção foi a hierarquia e o respeito que as pessoas do candomblé tem.

Seus pais são da religião? Se não, como foram pra eles quando souberam que você queria seguir essa religião? Meus pais não são da religião, de início, minha família criticou dizendo que não era de Deus, porém com o passar dos dias viram que continuo sendo o mesmo, ou melhor.

Já sofreu algum preconceito? Já sofri várias vezes, foi em ônibus e até gostei pois fiquei com espaço até de sobra em dois bancos, ninguém queria sentar ao meu lado e me olhava torto porque estava vestido de branco com a conta do meu pai.

O que você tem a falar pra pessoas que tem preconceito com o candomblé? Bom, o que tenho pra falar é o seguinte: cada um tem a sua crença, cada um sabe o que faz, então se acha que é pecado ou coisa ruim, deixe. Prefiro ir pro inferno por acreditar em algo que seja bom pra mim do que ser influenciado por outros.

A quanto tempo você está na religião e alguma vez já pensou em sair dela? Tenho um ano e seis meses, ainda não fiz o feitorio, porém já fiz algumas obrigações. Nunca pensei em deixar a minha religião pois foi a única que me deixou fascinado, o candomblé não é só uma religião, também é uma cultura, temos respeito por tudo, plantas, animais e pessoas. Não podemos retirar uma folha sem pedir permissão.

Teve alguma experiência que mexeu com você? Desde quando entrei na religião tenho experiências e todas mexeram comigo.

É uma religião politeísta ou monoteísta? Acreditamos em um só Deus e que os orixás são forças da natureza, cada orixá tem sua particularidade, cada um tem um papel no mundo.

Para você, existe o bem e o mal? O bem e o mal está dentro da gente, temos momentos de raiva, como de bondade, cabe a gente a querer ser bom ou ruim. Nem toda pessoa é boa e nem ruim, temos momentos.


Nos contem o que acharam nos comentários! Beijos

Playlist: favoritas

Oi gente, hoje temos uma nova playlist, dessa vez, decidimos unir nossas músicas favoritas num único post. Vamos conferir?

  

                             




Queríamos colocar todas as nossas músicas favoritas, mas, como infelizmente não é possível, deixamos para uma próxima! Nos contem nos comentários quais as músicas favoritas de vocês e quais dessa play vocês mais gostam! Beijos


Equipe Três a Zero

Indicando: Um sorriso ou dois

 Oi gente! Hoje estou aqui pra compartilhar com vocês uma dica de boa leitura. Como vocês podem já ter lido em alguns posts, eu adoro ler, então, vamos lá: a dica de hoje é o livro Um sorriso ou dois.

“Nossa relação era como uma carta sem endereço. Sabemos que ela não chegaria a lugar algum, mas não importava, porque só nós precisávamos saber o que havia dentro dela. Vou embora com um sorriso no rosto pelo simples fato de saber que ele combinava com o seu, garantindo que o respeito terá sempre a mesma importância nesse jogo. Um jogo regrado por beijos, tapas e vários sorrisos…”


 Frederico Elboni sempre me surpreende e agora, não foi diferente. O livro é dividido em três partes: crônicas, contos e relacionamentos. Particularmente, eu gosto da forma que é narrado e a maneira com que ele sempre dispõe em mostrar para nós, mulheres, que o mais importante é sermos nós mesmas, nos aceitando como somos, para sermos mais leves, sem medos ou inseguranças e sempre buscar mais de nós mesmos e não dos outros.



 É um livro que une bom humor, sacanagem, ensinamentos críticos, emoção e leveza. E se o objetivo era arrancar um sorriso ou dois, ele conseguiu mais do que isso em cada página lida. Abra o livro e "tchananã tchananã", apaixonem-se assim como eu e possa dar um sorriso ou até dois.


Beijos, Carla Letícia

Um relato para você sobre dois "amigos"

 

Há muito tempo alguém me acompanha, não posso dizer com exatidão a quanto tempo. Mas confesso, gostaria de ter percebido quando ele chegou, para que eu pudesse, talvez, impedir que ele caminhasse junto a mim. Mas você pode está se perguntando, se não gosto dessa companhia, porque já não mandei ele se afastar?
  É difícil. E ele já me protegeu muitas vezes, sabe? Confesso, tendo a ajuda de mais um amigo, esse sim, eu amo a companhia. Acabei dependendo do mau amigo muitas vezes, em algumas ele se disfarçou do bom amigo e me convenceu a fazer escolhas. O mau amigo não suporta que o bom amigo floresça e só sobrevive quando o bom amigo está ausente... Deixa eu contar a grande diferença entre esses amigos. 
 O bom amigo surge do coração e preza pela felicidade pessoal. O bom amigo acredita em você e o mau amigo... Esse surge do ego. E precisa se proteger, seja lá do que for. O problema do mau amigo é que ele precisa da imposição e do poder e é completamente vazio de humildade. Eles são opostos, né? E vivem em uma batalha diária que você precisa decidir quem ganha. Parece tão, tão fácil... Quem iria escolher que o mau amigo levasse o prêmio de vitória? Talvez quando você descobrir o nome desses amigos você possa entender a complexidade dessa batalha. Quando você entrar nela, o primeiro passo é reconhecer os lados e o segundo, marcar cada ponto feito. Mesmo quando o ponto for injusto. Aí vai surgir a necessidade de que ajudar o outro lado a vencer. Não vai ser fácil e demorará muito mais tempo que qualquer simples jogo, porque esses amigos tem nomes mais conhecidos: o bom amigo é o amor-próprio e o mau amigo é o orgulho.


Janyelle Carla

Diy: box de memórias

Hoje, que é dia do amigo, nada melhor que celebrar essa data fazendo uma surpresa super fofa para você presentear os seus amigos. Usem a criatividade para decorar uma caixa de madeira ou papelão com papéis coloridos ou tintas e canetas. No seu interior, vale colocar tudo que remeta a amizade de vocês: fotos, lembranças materiais que marcaram, doces. A ideia é também escrever bilhetinhos relembrando momentos que vocês viveram juntas e adicionar fotos. Os detalhes podem deixar tudo mais bonito e delicado. 








                          
Se você gostou da ideia ou fez algo especial nesse dia, nos conta aqui nos comentários!

Beijos, Três a Zero.
(Letícia , Janyelle, Evillyn)